Que o Brasil fez sua opção preferencial pelos anões da política internacional, todos sabemos. Apoiamos questões propostas por nações à margem dos centros decisórios mundiais, como se fossemos o veículo de comunicação entre os marginalizados e as grandes potências. Sempre nos colocamos ao lado dos "fracos e oprimidos" como se fossemos uma nação poderosa e mediadora de conflitos, quando na verdade, somos o que somos!
Um país sem poderio militar, sem armas que convençam nossos contendores a moderar suas aspirações políticas e econômicas contra nosso povo. Sem um corpo diplomático, digno do nome, que defenda os interesses nacionais contra as investidas de nações que buscam vantagens contra nossos interesses. Tivemos recentemente um Ministro das Relações Exteriores, que dava razão a nossos vizinhos latino-americanos em todos os pleitos, por mais absurdos que fossem.