quinta-feira, 21 de agosto de 2014

A pá de cal no Plano Real

          Não sei se por desespero com o aumento de seu índice de rejeição eleitoral,  se por vingança com a população que a rejeita e insulta nas ruas, o fato é que nossa presidente da República, jogou o que provavelmente será uma pá de cal no enfraquecido e doente Plano Real.
          O Real, que trouxe uma recuperação fantástica no poder de compra de toda a população, resgatando milhões de pessoas da indigência, libertando o país da hiperinflação, dando segurança aos negócios, trazendo consigo uma cota de sacrifícios ao impedir reajustes salariais e eliminando o fantástico lucro inflacionário dos Bancos e Instituições financeiras, de agonizante passa agora a doente terminal.
      Com a extinção de reservas técnicas do Banco Central, através da liberação dos depósitos compulsórios dos Bancos e Instituições Financeiras (poderoso instrumento de política monetária que regula a expansão monetária e os juros bancários), e dos próprios Bancos, ao liberar as Provisões para Devedores Duvidosos (aquele a ajusta os balanços dos Bancos, em caso de calote), diz estar conseguindo liberar R$25 bilhões para que os bancos financiem o consumo.   Agora, está raspando o fundo do tacho!

terça-feira, 12 de agosto de 2014

O anão diplomático rugindo como leão

          Que o Brasil fez sua opção preferencial pelos anões da política internacional, todos sabemos.  Apoiamos questões propostas por nações à margem dos centros decisórios mundiais, como se fossemos o veículo de comunicação entre os marginalizados e as grandes potências.  Sempre nos colocamos ao lado dos "fracos e oprimidos" como se fossemos uma nação poderosa e mediadora de conflitos, quando na verdade, somos o que somos!
          Um país sem poderio militar, sem armas que convençam nossos contendores a moderar suas aspirações políticas e econômicas contra nosso povo.  Sem um corpo diplomático, digno do nome, que defenda os interesses nacionais contra as investidas de nações que buscam vantagens contra nossos interesses.   Tivemos recentemente um Ministro das Relações Exteriores, que dava razão a nossos vizinhos latino-americanos em todos os pleitos, por mais absurdos que fossem.

sexta-feira, 8 de agosto de 2014

Ruídos de Golpe.

          Há ruídos de golpe.  Por todo lado, informações de gente que já mandou seu dinheiro para fora do país,  que planeja levar a família para morar no exterior, que pensa em abandonar definitivamente este nosso sofrido país, em mãos imprudentes e entreguistas.   A sangria de recursos já atinge a cifra dos bilhões de dólares, prejudicando ainda mais o fechamento da conta corrente em moeda estrangeira.
          Empresas tradicionais, de capital estrangeiro, vão aos poucos encerrando suas atividades, remetendo seus recursos, também medidos em bilhões de dólares,  para suas matrizes, retirando do país o oxigênio que permite o funcionamento das atividades empresariais.
          Legiões de despossuídos, oriundos do Haiti e Cuba, aos milhares, tem ingressado no país, com a complacência da Polícia Federal, obtido cidadania brasileira e o direito a voto,  obviamente para votar no partido do governo.
          Tem gente demais desacreditando no processo democrático.  Preocupa-me pensar que estas pessoas sabem algo que eu não sei!  Soam como ratos abandonando o navio, que naufraga!

sexta-feira, 1 de agosto de 2014

O vídeo que provocou reações do governo brasileiro.

          Como viemos dizendo, desde 2012, a mudança de rumo da política econômica do atual governo, levaria ao fim do Plano Real e ao retorno à situação anterior de alta inflação com estagnação econômica, chamada de Estagflação.

          Por esta razão, peço que assistam ao video texto com áudio da Empiricus Research, que tanto desagradou nossa presidente da República, que entrou com representação no TSE, acusando a empresa de beneficiar o candidato Aécio Neves.   Coitado, nem ele poderá fazer nada, frente aos tempos negros que temos pela frente.
          Infelizmente, as análises econômicas efetuadas neste vídeo, são idênticas aos avisos e comentários que venho fazendo sobre os caminhos tortuosos percorridos pelo governo brasileiro e sua equipe econômica, quando estabeleceu o controle de preços e a intervenção direta na economia, estimulando o consumo até o nível de endividamento que hoje compromete milhões de famílias e dependentes do assistencialismo governamental.

terça-feira, 22 de julho de 2014

O escorrega do PIB e a gangorra da Economia.

          Saiu a prévia do PIB estimado para 2014.  O BC já admite que vai ficar abaixo de 1%.  E ainda estamos em julho.  Faltam ainda cinco meses e a previsão do PIB para este ano vem derretendo desde o final do ano passado, quando o Ministro da Fazenda, Guido Mantega, falava em 4,5% de incremento no PIB.   Veio caindo para 3,9%, 3,3%, 2,5%, 1,9%, 1,3% e agora ninguém tem coragem de fazer uma estimativa segura, dizem apenas que vai ficar abaixo de 1%, embora o governo ainda insista na visão otimista de um PIB de 1,8%, contra as expectativas do mercado.
          Como já havia dito na matéria anterior, vão faltar meses para fechar o ano de 2014 com superávit primário (aquele que é usado para pagar os juros da dívida, interna e externa), uma vez que a arrecadação federal também caiu, com renúncias fiscais, desonerações e reparcelamento de dívidas com a União, com redução drástica dos encargos legais.
           Com a orgia de gastos, renúncias fiscais, desonerações tributárias, perdões de dívidas e o assistencialismo predatório que garante eleição, não se podia mesmo esperar outra coisa.  A completa ausência de educação financeira da presidente da República, que levou sua propalada lojinha de artigos de R$1,99 à falência,  agora se replica no Tesouro Nacional.

quinta-feira, 17 de julho de 2014

2015 - o ano que não vai começar.

          Conforme venho relatando em diversas matérias neste Blog,  a orgia de gastos públicos em esquemas assistencialistas, desonerações tributárias de empresários aliados, parcelamentos e reparcelamentos de débitos pelo REFIS (já lançado três vezes neste governo), as transferências bilionárias de recursos para o exterior para financiar obras em ditaduras e proto ditaduras aliadas ideologicamente ao governo brasileiro, etc., esgotaram rapidamente nossas reservas internacionais, já bastante abaladas pelo déficit em conta corrente (resultado de todas as transações de comércio exterior, viagens internacionais e gastos de turistas, aqui e lá fora, etc.) que, neste mês de maio de 2014, fechou no negativo em US$86,1 bilhões.   O governo gastou tudo o que pode, congelou preços e tarifas, usando um expediente antigo e comprovadamente ruinoso, o controle de preços.