Como sabemos, o que garante a existência de um país como nação
soberana, é a proteção dos valores que garantem a unidade e coesão da pátria.
Assim, o idioma, a moeda, as armas da República, o Hino Nacional e a
Bandeira, entre outros valores, precisam ser preservados e protegidos, sob pena
de se romperem os elos da unidade nacional e federativa. Como exemplo, os
movimentos separatistas do sul do país, que se tornam ativos sempre que as
coisas começam a degringolar no Brasil. Tivemos alguns movimentos e guerras, ao
longo de nossa história, por causa justamente da perda de alguns destes valores.
O que temos visto hoje em dia, é que
os governos atuais, agridem o idioma, modificando-o a seu bel-prazer, existindo
hoje já locais onde se fala um "brasileiro" diferente da língua com
que nos expressamos regularmente. Isto é um fator divisionista, pois
cria-se um idioma clássico, um culto e um popular, determinando-se a que classe
pertence um cidadão, dependendo da sua forma de falar. Deixa de haver a
unidade e a igualdade do falar, lançando-se a semente do divisionismo.
Agora também, este governo atual, criou um idioma oficial, onde o
particípio ativo da ação (ante, ente, inte), passou a ser falado e escrito
segundo o gênero do praticante da ação. Assim, a presidente virou
"presidenta", constituinte passará a ser chamada de “constituinta”,
etc. Isto é claro, separa mais do que une a nação.
A moeda também precisa ser protegida
de políticas econômicas ou ditas sociais, que embora pareçam boas, logo
produzem inflação de demanda ou de emissão descontrolada de moeda para
financiar estas políticas visionárias de um futuro que fica cada vez mais
longínquo.