segunda-feira, 6 de outubro de 2014

Banco Central independente do governo ou do cidadão?

Recebi esta pergunta aí do título de um amigo e seguidor do Blog, via e-mail.  Respondo também aqui minha visão da questão proposta, para ajudar no entendimento do melhor caminho a ser seguido.

           Como sabemos, o que garante a existência de um país como nação soberana, é a proteção dos valores que garantem a unidade e coesão da pátria.  Assim, o idioma, a moeda, as armas da República, o Hino Nacional e a Bandeira, entre outros valores, precisam ser preservados e protegidos, sob pena de se romperem os elos da unidade nacional e federativa.  Como exemplo, os movimentos separatistas do sul do país, que se tornam ativos sempre que as coisas começam a degringolar no Brasil. Tivemos alguns movimentos e guerras, ao longo de nossa história, por causa justamente da perda de alguns destes valores.
          O que temos visto hoje em dia, é que os governos atuais, agridem o idioma, modificando-o a seu bel-prazer, existindo hoje já locais onde se fala um "brasileiro" diferente da língua com que nos expressamos regularmente.  Isto é um fator divisionista, pois cria-se um idioma clássico, um culto e um popular, determinando-se a que classe pertence um cidadão, dependendo da sua forma de falar.  Deixa de haver a unidade e a igualdade do falar, lançando-se a semente do divisionismo.  Agora também, este governo atual, criou um idioma oficial, onde o particípio ativo da ação (ante, ente, inte), passou a ser falado e escrito segundo o gênero do praticante da ação.  Assim, a presidente virou "presidenta", constituinte passará a ser chamada de “constituinta”,  etc.  Isto é claro, separa mais do que une a nação.
          A moeda também precisa ser protegida de políticas econômicas ou ditas sociais, que embora pareçam boas, logo produzem inflação de demanda ou de emissão descontrolada de moeda para financiar estas políticas visionárias de um futuro que fica cada vez mais longínquo.

sexta-feira, 3 de outubro de 2014

Cláudio Gabriel escreve no Ponto de Vista sobre as eleições no próximo dia 05 de outrubro de 2014.

 Publico carta do colaborador Cláudio Gabriel, a respeito das próximas eleições.  Em pequenas e marcantes pinceladas, mostra o cenário político a que estamos expostos hoje, sem falar nas maciças remessas de dinheiro para ditaduras de todos os matizes ideológicos, na África, Caribe e América do Sul.

        

                                       VOTE A FAVOR DO BRASIL!


           Sou aposentado, funcionário público federal concursado, nascido e criado.  até hoje residente, num  pequeno bairro de São Gonçalo/RJ,  cerca de 70 anos e,  portanto,expectativa  pequena de vida!           Poderia estar sossegado em meu canto esperando o fim chegar, mas  não posso me calar em face da  situação. Não tenho qualquer interesse particular  na eleição presidencial, a não ser o de desejar o desenvolvimento de meu país.  Brasileiro,  passei  por diversos Governos, desde a parte final do quadriênio  Getúlio Vargas até o seu  suicídio, depois  Café Filho, Nereu Ramos, Jânio Quadros. Juscelino, João Goulart, os da revolução de 1964, José Sarney, Collor de Melo, Itamar Franco, os dois de Fernando Henrique  os dois de  Lula e, finalmente,  o de Dilma. Por isso, tenho  conhecimento de causa para  dizer, nenhum com tantos ESCÂNDALOS DE CORRUPÇÃO e INCOMPETÊNCIA ADMINISTRATIVA  quanto esse último:

terça-feira, 9 de setembro de 2014

A sindrome do vitimismo

          Quando vemos uma pessoa em estado de necessidade, temos a tendência natural de ajudar ou ignorar, dependendo do estado de espírito do momento.  Quando é o país que fica em estado de necessidade, botamos a culpa em alguém (geralmente com razão) ou pensamos em abandoná-lo e ir morar no exterior.  Em ambos os casos, ninguém pensa em fazer alguma coisa para mudar a situação.
          Hoje, a frase mais dita pelos candidatos políticos a alguma coisa é: "vou fazer mais pelos que mais precisam!"   Prestem atenção nos programas eleitorais e ouçam por sí próprios!  Ora, todos precisamos muito de Educação, Saúde, moradia e segurança.  Mas, certamente não é disto que eles estão falando.  Pregam tutelar os mais carentes de serviços públicos, que são de péssima qualidade, prometendo incrementá-los ainda mais, sem qualidade, sem quantidade, sem dinheiro e sem vergonha!
          Enquanto estas pessoas carentes não contribuem para o bem geral, não pagam IPTU, usam "gatos" de energia e água potável, descartando seu esgoto na via pública, regatos, lagos e o mar (atitude que é seguida com irresponsabilidade por algumas Companhias de Saneamento e por muitos das classes mais abastadas), usam a "gatonet" (sinal furtado das operadoras de TV por assinatura), compram gás engarrafado dos traficantes e milícias (verdadeiros opressores), o povo trabalhador, ordeiro e pagador de impostos não recebe nenhuma promessa de melhoria das péssimas condições de vida que os brasileiros vivem hoje.

segunda-feira, 1 de setembro de 2014

Eleições 2014 - resultados da enquete do Blog.

          Fizemos a enquete com o restrito universo dos leitores do Blog, buscando a opinião de pessoas com este perfil específico.  Basicamente são pessoas com acesso à Internet, trabalham ou estudam e pertencem à pequena categoria dos que buscam informações relevantes, sejam elas econômicas, tributárias, políticas, ecologia, cidadania, etc.
       Notei também, pelos comentários feitos abaixo dos textos, que são pessoas com opinião e visão própria dos problemas relatados nas matérias.
       Alguns percentuais obtidos chamam a atenção.  Dos que receberam o pedido de manifestação na enquete, somente cerca de 10% retornaram com sua escolha.  Como o voto na enquete não foi obrigatório, isto pode revelar o pouco interesse das pessoas cultas e informadas no processo eleitoral majoritário, especialmente no cargo de presidente da República.   Ou não mostraram interesse ou se sentem sem opção.
         Dos votos obtidos, obtemos as seguintes preferências de voto:

terça-feira, 26 de agosto de 2014

Pedalando para a Economia brasileira não cair!

          Todos sabemos que ao andarmos de bicicleta, o que acontece se pararmos de pedalar.   A bicicleta não se sustenta em pé e caí!   Para evitar a derrubada das contas públicas, o governo vem usando, desde maio deste ano de 2014, a técnica de transferir despesas correntes e incorridas, de um balanço mensal para o seguinte, e assim sucessivamente.  Esta técnica é criativamente chamada de "pedalada fiscal".
          O Dilmês Econômico, que já cunhou termos como "contabilidade criativa", que é a arte de transformar despesas em investimentos e transferências de dinheiro em receitas,  vem agora com este termo que demonstra o estado de deterioração das contas públicas.
         Os bancos estatais, Caixa Econômica Federal e Banco do Brasil, já vem desde maio pelo menos, suportando as despesas com pagamentos de benefícios sociais, aposentadorias do funcionalismo público e o Bolsa-Família, que não tem sido repassadas pelo Tesouro Nacional, de forma automática.  Esta conta já está em quase R$5 bilhões na CEF e mais de R$4 bilhões no Banco do Brasil.  Isto configura um empréstimo concedido ao controlador do Banco, repelido pela Lei de Responsabilidade Fiscal.  Este dispositivo da lei foi criado para impedir que os governadores de Estado sacassem a descoberto em seus bancos estatais.  Não se esperava que a própria União fosse fazer isto.  Se for obrigada a contabilizar este déficit em conta, nem contabilidade criativa consegue fechar o balanço este ano!

quinta-feira, 21 de agosto de 2014

A pá de cal no Plano Real

          Não sei se por desespero com o aumento de seu índice de rejeição eleitoral,  se por vingança com a população que a rejeita e insulta nas ruas, o fato é que nossa presidente da República, jogou o que provavelmente será uma pá de cal no enfraquecido e doente Plano Real.
          O Real, que trouxe uma recuperação fantástica no poder de compra de toda a população, resgatando milhões de pessoas da indigência, libertando o país da hiperinflação, dando segurança aos negócios, trazendo consigo uma cota de sacrifícios ao impedir reajustes salariais e eliminando o fantástico lucro inflacionário dos Bancos e Instituições financeiras, de agonizante passa agora a doente terminal.
      Com a extinção de reservas técnicas do Banco Central, através da liberação dos depósitos compulsórios dos Bancos e Instituições Financeiras (poderoso instrumento de política monetária que regula a expansão monetária e os juros bancários), e dos próprios Bancos, ao liberar as Provisões para Devedores Duvidosos (aquele a ajusta os balanços dos Bancos, em caso de calote), diz estar conseguindo liberar R$25 bilhões para que os bancos financiem o consumo.   Agora, está raspando o fundo do tacho!