sábado, 18 de outubro de 2014

Buscando o que o PT fez de Bom!

          Procurava algo de bom feito pelo PT, que redimisse o Lula, já que seu governo foi permeado por escândalos, compra de votos, vergonhas mil no campo diplomático, onde cedemos a todas as exigências de nossos aliados "mais pobres", perdoamos dívidas de países africanos cheios de petróleo e diamantes, que trucidam com regularidade suas populações de etnias diferentes dos governantes e ainda por cima, emprestamos mais dinheiro para obras feitas nestes países por empreiteiras brasileiras, que pagam comissão ao PT.  Fomos até chamados de "anão diplomático" por Israel, já na gestão da Dilma, ao interferirmos com bravatas em assuntos internos daquele país que se defendia de intensos ataques com mísseis e tivemos a desfaçatez de defender o ISIS, ou Estado Islâmico, na ONU, pregando o diálogo com chacinadores de cristãos e de minorias curdas e chiitas, criminosos que cortam cabeças de reféns sequestrados e ameaçam o Ocidente, ao qual fazemos parte. 
     Procurei pelas grandes obras de infraestrutura anunciadas no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), que geraria desenvolvimento e empregos, mas descobri que foram todas abandonadas ou tiveram seu ritmo drasticamente reduzido quando o PT renovou seu mandato com Dilma Roussef na presidência da República.  Então, só restou o Programa Bolsa Família (PBF).

sexta-feira, 17 de outubro de 2014

Debate ou Confronto Político? Onde estão as propostas de Governo?

              Estou impressionado como o debate político descambou para uma luta do bem contra o mal, do ódio contra o amor, onde não importa o grau de informação do eleitor, fatos verídicos e inverídicos são lançados ao público, em rede nacional, visando destruir biografias e arruinar carreiras, com o único objetivo da alcançar ou manter o poder a qualquer custo! 
         Programas de Governo são só vãs promessas, rapidamente esquecidas pelos vencedores e perdedores, que só voltam a prometê-las novamente ou cobrá-las na aurora das próximas eleições. 
             Não há um debate verdadeiro sobre os problemas que nos afligem e estão à espera de soluções e propostas desde sempre! Não se fala sobre os sérios problemas educacionais de nossa população, como a obrigatoriedade da Educação Básica para todos, universal e abrangente, mas preferem esgrimir números sobre quem fez mais e o que, enquanto a Educação permanece ao abandono físico, estrutural e capacitativo. todos tem a consciência que a Educação é a base de tudo para o desenvolvimento de um país e sua sociedade, mas todos tangenciam o problema, como não quisessem se comprometer com esta "mudança". Do jeito que falam, estão no caminho certo e vão "mudar mais"! 

segunda-feira, 6 de outubro de 2014

Banco Central independente do governo ou do cidadão?

Recebi esta pergunta aí do título de um amigo e seguidor do Blog, via e-mail.  Respondo também aqui minha visão da questão proposta, para ajudar no entendimento do melhor caminho a ser seguido.

           Como sabemos, o que garante a existência de um país como nação soberana, é a proteção dos valores que garantem a unidade e coesão da pátria.  Assim, o idioma, a moeda, as armas da República, o Hino Nacional e a Bandeira, entre outros valores, precisam ser preservados e protegidos, sob pena de se romperem os elos da unidade nacional e federativa.  Como exemplo, os movimentos separatistas do sul do país, que se tornam ativos sempre que as coisas começam a degringolar no Brasil. Tivemos alguns movimentos e guerras, ao longo de nossa história, por causa justamente da perda de alguns destes valores.
          O que temos visto hoje em dia, é que os governos atuais, agridem o idioma, modificando-o a seu bel-prazer, existindo hoje já locais onde se fala um "brasileiro" diferente da língua com que nos expressamos regularmente.  Isto é um fator divisionista, pois cria-se um idioma clássico, um culto e um popular, determinando-se a que classe pertence um cidadão, dependendo da sua forma de falar.  Deixa de haver a unidade e a igualdade do falar, lançando-se a semente do divisionismo.  Agora também, este governo atual, criou um idioma oficial, onde o particípio ativo da ação (ante, ente, inte), passou a ser falado e escrito segundo o gênero do praticante da ação.  Assim, a presidente virou "presidenta", constituinte passará a ser chamada de “constituinta”,  etc.  Isto é claro, separa mais do que une a nação.
          A moeda também precisa ser protegida de políticas econômicas ou ditas sociais, que embora pareçam boas, logo produzem inflação de demanda ou de emissão descontrolada de moeda para financiar estas políticas visionárias de um futuro que fica cada vez mais longínquo.

sexta-feira, 3 de outubro de 2014

Cláudio Gabriel escreve no Ponto de Vista sobre as eleições no próximo dia 05 de outrubro de 2014.

 Publico carta do colaborador Cláudio Gabriel, a respeito das próximas eleições.  Em pequenas e marcantes pinceladas, mostra o cenário político a que estamos expostos hoje, sem falar nas maciças remessas de dinheiro para ditaduras de todos os matizes ideológicos, na África, Caribe e América do Sul.

        

                                       VOTE A FAVOR DO BRASIL!


           Sou aposentado, funcionário público federal concursado, nascido e criado.  até hoje residente, num  pequeno bairro de São Gonçalo/RJ,  cerca de 70 anos e,  portanto,expectativa  pequena de vida!           Poderia estar sossegado em meu canto esperando o fim chegar, mas  não posso me calar em face da  situação. Não tenho qualquer interesse particular  na eleição presidencial, a não ser o de desejar o desenvolvimento de meu país.  Brasileiro,  passei  por diversos Governos, desde a parte final do quadriênio  Getúlio Vargas até o seu  suicídio, depois  Café Filho, Nereu Ramos, Jânio Quadros. Juscelino, João Goulart, os da revolução de 1964, José Sarney, Collor de Melo, Itamar Franco, os dois de Fernando Henrique  os dois de  Lula e, finalmente,  o de Dilma. Por isso, tenho  conhecimento de causa para  dizer, nenhum com tantos ESCÂNDALOS DE CORRUPÇÃO e INCOMPETÊNCIA ADMINISTRATIVA  quanto esse último:

terça-feira, 9 de setembro de 2014

A sindrome do vitimismo

          Quando vemos uma pessoa em estado de necessidade, temos a tendência natural de ajudar ou ignorar, dependendo do estado de espírito do momento.  Quando é o país que fica em estado de necessidade, botamos a culpa em alguém (geralmente com razão) ou pensamos em abandoná-lo e ir morar no exterior.  Em ambos os casos, ninguém pensa em fazer alguma coisa para mudar a situação.
          Hoje, a frase mais dita pelos candidatos políticos a alguma coisa é: "vou fazer mais pelos que mais precisam!"   Prestem atenção nos programas eleitorais e ouçam por sí próprios!  Ora, todos precisamos muito de Educação, Saúde, moradia e segurança.  Mas, certamente não é disto que eles estão falando.  Pregam tutelar os mais carentes de serviços públicos, que são de péssima qualidade, prometendo incrementá-los ainda mais, sem qualidade, sem quantidade, sem dinheiro e sem vergonha!
          Enquanto estas pessoas carentes não contribuem para o bem geral, não pagam IPTU, usam "gatos" de energia e água potável, descartando seu esgoto na via pública, regatos, lagos e o mar (atitude que é seguida com irresponsabilidade por algumas Companhias de Saneamento e por muitos das classes mais abastadas), usam a "gatonet" (sinal furtado das operadoras de TV por assinatura), compram gás engarrafado dos traficantes e milícias (verdadeiros opressores), o povo trabalhador, ordeiro e pagador de impostos não recebe nenhuma promessa de melhoria das péssimas condições de vida que os brasileiros vivem hoje.

segunda-feira, 1 de setembro de 2014

Eleições 2014 - resultados da enquete do Blog.

          Fizemos a enquete com o restrito universo dos leitores do Blog, buscando a opinião de pessoas com este perfil específico.  Basicamente são pessoas com acesso à Internet, trabalham ou estudam e pertencem à pequena categoria dos que buscam informações relevantes, sejam elas econômicas, tributárias, políticas, ecologia, cidadania, etc.
       Notei também, pelos comentários feitos abaixo dos textos, que são pessoas com opinião e visão própria dos problemas relatados nas matérias.
       Alguns percentuais obtidos chamam a atenção.  Dos que receberam o pedido de manifestação na enquete, somente cerca de 10% retornaram com sua escolha.  Como o voto na enquete não foi obrigatório, isto pode revelar o pouco interesse das pessoas cultas e informadas no processo eleitoral majoritário, especialmente no cargo de presidente da República.   Ou não mostraram interesse ou se sentem sem opção.
         Dos votos obtidos, obtemos as seguintes preferências de voto: