sábado, 20 de junho de 2015

Rex Publica ou Rex Privatum?


           Uma República começada com um golpe contra a família Imperial, por ressentimentos pela abolição da escravatura de forma repentina, não poderia ter base para se sustentar por muito tempo, se não fosse baseada no compadrio, divisão de butins e cargos entre parentes e amigos e a recriação de sesmarias hereditárias (cartórios, terras e exploração de ativos econômicos e minerais). 
              Agora, chegamos ao ponto em que toda esta forma de se apropriar das riquezas do país e do trabalho de seus cidadãos está sendo exposta pela exacerbação da ganância de um partido político, verdadeira organização criminosa, que aliado ou com a conivência dos demais partidos, expandiu e escancarou os antigos métodos de surrupiar o dinheiro do cidadão pagador de impostos, sem fazer as aplicações para as quais o dinheiro foi arrecadado. Sabemos agora que estamos numa Rex Privatum!

Com a prisão dos principais executivos da Construtora Odebrecht, dos quais o ex-presidente Lula é lobista internacional assumido, utilizando-se de expedientes como o de perdoar dívidas das nações em troca de contratar novas obras, vinculadas com a empresa que representa, certamente exporá as ações e métodos com que esta nação sempre foi administrada.  Provavelmente, não ficarão presos por muito tempo, dada a ameaça de derrubar a República.

sexta-feira, 22 de maio de 2015

A árdua tarefa de Joaquim Levy.

          O Ministro da Fazenda, Sr. Joaquim Levy, encontra-se numa situação muito difícil, pois tenta ajustar as conta públicas, após a reeleição da presidente Dilma,, através do aumento de impostos, uma vez que as circunstâncias politicas impedem um ajuste sério e definitivo.  As leis de Mercado não se submetem às imposições e conchavos políticos.  Se um produto fica mais caro, as pessoas compram menos ou deixam de comprá-lo.  Com o fim das exonerações fiscais e o anúncio do aumento das tarifas públicas e de tributos, houve uma imediata retração do Mercado e o consequente aumento das demissões, aumentando o desemprego.  O caminho da solução dos desmandos e da orgia de gastos extra-orçamentários, não passará pelo simples aumento da tributação dos produtos e serviços.  
          Quanto mais se aumentam tributos, mais aumentam os preços ao consumidor, que em última análise, é quem paga tudo, o produto e os impostos.  Ao consumidor só resta se retrair, comprando menos, o que agrava o funcionamento saudável do Mercado.

quarta-feira, 6 de maio de 2015

O MARTÍRIO DE TIRADENTES: UMA FARSA?

Publico interessante relato sobre Tiradentes, recebido de uma amiga.  Se for verdade, o João Pedro Stédile mereceu a medalha Tiradentes, e os demais agraciados é que tem que devolvê-la, principalmente se forem pessoas honradas.

                O MARTÍRIO DE TIRADENTES: UMA FARSA
                         por Guilhobel Aurélio Camargo



    Ele estava muito bem vivo, um ano depois, em Paris. O feriado de 21 de

abril é fruto de uma história fabricada que criou Tiradentes como bode
expiatório, que levaria a culpa pelo movimento da Inconfidência Mineira.
Quem morreu no lugar dele foi um ladrão chamado Isidro Gouveia.
A mentira que criou o feriado de 21 de abril é: Tiradentes foi
sentenciado à morte e foi enforcado no dia 21 de abril de 1792, no Rio
de Janeiro, no local chamado Campo da Lampadosa, que hoje é conhecido
como a Praça Tiradentes. Com a Proclamação da República, precisava ser
criada uma nova identidade nacional. Pensou-se em eternizar Marechal
Deodoro, mas o escolhido foi Tiradentes.

sexta-feira, 20 de março de 2015

O que vai acontecer agora, Sra. presidente da República?

          O povo brasileiro quer um país em paz, organizado e funcionando, com liberdades, Saúde abrangente, Educação de qualidade e uma Segurança real para todos os cidadãos de bem, que estudam, trabalham e pagam impostos! Quer que estes impostos sejam administrados com seriedade, para o bem de todo o seu povo!
            Infelizmente, não é isto o que está acontecendo.
        A orgia de gastos para sustentar uma base de apoio completamente corrompida, bancar um grupo de miseráveis sem perspectivas e uma legião de aproveitadores e desocupados, sempre de olho no que pertence aos que trabalham e produzem, chegou ao limite, beirando o impossível. A nova carga de impostos escorchantes, não veio para ajudar a resolver os problemas em que a presidente Dilma Vana Roussef nos meteu, veio para manter o esquema de subvenção de apoios comprados, à nossa custa. Se nada fizermos, em breve, nova carga de tributos, ainda mais escorchantes virá, numa rodada sem fim, até a falência e a desordem social completa.

sábado, 14 de março de 2015

A canoa virou, e agora?

           A canoa virou, o ano não começou, o Plano Real acabou!      
           Será que conseguiremos desvirar a canoa, começar o ano finalmente e recuperar o Plano Real?
          Ou será que permitimos que as coisas fossem tão longe, que agora não adianta fazer mais nada?
          Vamos trocar estes líderes por outros iguais a  eles?   As leis que os blindam contra o povo, vão continuar a protegê-los contra a Sociedade que paga por seus desmandos e é saqueada diariamente? 
          Foros privilegiados, impedimento de processar dirigentes no cargo ou fora dele, cessar investigações quando um corrupto renuncia, permitindo que voltem a se candidatar ao invés de serem excluídos definitivamente da vida pública,  Estatutos que protegem aprendizes de criminosos sem responsabilizar os pais que permitiram tantos desvios de conduta e comportamento, continuarão a ser aplicados?
          É, são muitas perguntas sem resposta.   Espero que pensemos sobre isto e façamos algo, se ainda der tempo.  Senão, deixaremos de ser uma nação rica em recursos naturais, que fala português, para nos tornarmos mais um satélite do atraso da humanidade.
          Aguardo colaborações para terminar este texto!  amanhã, dia 15 de março, vou sentir a temperatura do povo, saber se o doente tem cura!  Abraços.
          

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2015

A questão racial no Brasil.

          A esquerda brasileira, em sua ânsia de exacerbar a as discrepâncias sociais, políticas e religiosas da sociedade, estimulando o divisionismo e os conflitos sociais, como motor para alcançar e permanecer no poder indefinidamente, ressuscitou a questão da escravidão no Brasil, falando e executando ações afirmativas que visam compensar os afrodescendentes por séculos de humilhações e falta de liberdade, além do abandono em que vivem estas pessoas, sem acesso à educação, emprego ou oportunidades.   Toda esta política vem sendo implementada  à custa da Sociedade, discriminando os brasileiros na cor de pele ou origem social, nas oportunidades de acesso às Universidades, empregos públicos e até no acesso à terra para moradia ou produção de produtos agrícolas.

           Antes de prosseguir, um pouco da História d'África, desde o tempo em que os europeus lá chegaram e até antes.
          Formado quase exclusivamente por tribos e etnias nômades extrativistas, o continente africano sempre foi palco de migrações de seus povos, assim que os recursos em determinada área começavam a escassear, seja por condições climáticas, ambientais ou pelo excesso de extração dos alimentos e proteínas necessários à subsistência da etnia dominante da área.
          Estas migrações, frequentemente se tornavam conflituosas, uma vez que a nova área fértil e abundante de recursos para exploração, sempre estava ocupada por outra tribo e etnia diferente dos recém chegados.  Até hoje, vemos o resultado destas disputas territoriais na África, com o domínio de uma etnia sobre a outra:  Morte e genocídio da etnia derrotada, matando-se inclusive crianças e mulheres, estupradas e assassinadas.   Afinal, não se podia permitir uma recuperação e reação dos derrotados, por razões óbvias de segurança.  A vida prosseguia até que os recursos escasseassem ou uma outra tribo chegasse ao território ocupado.  Nova guerra de dominação, novo genocídio dos derrotados.  Até que, em determinada época, alguns prisioneiros começaram a ser poupados para executar os trabalhos mais difíceis e cansativos para os vencedores, vivendo como escravos de seus senhores, também africanos.