sábado, 28 de dezembro de 2013

Os verdadeiros piratas na Etiopia.

 http://dotsub.com/view/8446e7d0-e5b4-496a-a6d2-38767e3b520a

          O vídeo acima foi feito para tentar esclarecer o que está de fato acontecendo na Etiópia.
          Envio a pedido de amigos que já o receberam e pediram para divulgar neste blog.
          Recebi de um amigo e repasso para os que lêem neste espaço.

          A pergunta que fica sem resposta é: Quem são os verdadeiros piratas na Etiópia?
       


domingo, 15 de dezembro de 2013

A liberdade, segundo Ghandi e Mandela.

          Ghandi e Mandela mostraram como se faz.  O primeiro, totalmente pela resistência pacífica contra o poderoso opressor inglês.  O segundo, sem descartar a força das armas para atingir a liberdade do povo.  Ambos conseguiram libertar seus povos do jugo estrangeiro e da classe dominante, provando que é possível viver em paz, compartilhando, sem perder a independência e a auto determinação.
           Aqui no Brasil, nossos heróis foram Edson Arantes do Nascimento (Pelé) e Ayrton Senna da Silva.
           Na Índia e na África do Sul, os heróis da união e do orgulho popular foram homens em busca da liberdade de seus respectivos povos.   No Brasil, estes heróis da união e do orgulho popular foram desportistas, mostrando com seus respectivos talentos que não somos tão vira-latas assim.
         Acho até que nossa já famosa baixa estima é a responsável por impedir o surgimento de homens como Ghandi e Mandela por aqui.  Pior para nós.

segunda-feira, 18 de novembro de 2013

Gargalos e gerações perdidas

          Quando se elaboram políticas públicas visando apenas o horizonte eleitoral, compromete-se o futuro de uma nação.
      Aqui chamam-se gargalos aos estrangulamentos de infraestrutura, às deficiências educacionais e qualificação profissional, aos atrasos em desenvolvimento de tecnologia de ponta e utilitárias, etc.
       Quando se expande a produção agrícola sem contar com um bem estruturado sistema de silos e armazéns para guardar o excedente de produção, não se consegue regular os preços destes produtos na fartura ou escassez.  O resultado é a desvalorização das cotações na fartura e preços exorbitantes na escassez.
       Quando se faz uma política pública em que se privilegia o transporte de cargas e passageiros por rodovias, deixando de lado as ferrovias, hidrovias e o transporte marítimo, num país com uma imensidão de território, costas e rios navegáveis, constata-se o descaso das autoridades com o planejamento estratégico e a logística de transportes.  É a visão de curto prazo que prevalece.   O agradecimento dos empresários das montadoras de veículos traduz-se em verbas para campanhas eleitorais.
       Quando não se dá atenção a um bom sistema de transporte urbano, proliferam os veículos de transporte individual (bom para as montadoras, novamente), causando engarrafamentos (gargalos de trânsito) e perdas de produtividade, criativa e laboral.

quarta-feira, 6 de novembro de 2013

Aproxima-se a terceira grande debacle econômica do Brasil.

          Em 1955, prometendo fazer 50 anos em 5, JK construiu Brasília e lançou as bases de nossa industria automobilística.  A conta da aventura foi uma inflação incontrolável que durou 34 anos, auxiliada pelos primeiros incentivos fiscais (renúncias fiscais) para trazer os industriais do automóvel para o Brasil.  E pensar que as grandes montadoras americanas (Ford e GM) já montavam seus caminhões e carros aqui, no sistema CKD, antes de JK resolver estimular o transporte de cargas por rodovias ao invés de estradas de ferro.
          A mistura de emissão descontrolada de dinheiro para fazer Brasília com a renúncia fiscal para estimular a vinda das montadoras de automóveis, nos legou uma inflação que, somada ao caos da baixa produção de alimentos (a instabilidade no campo provocada pelo movimento da reforma agrária, na lei ou na marra, lembram?) com agitações populares e nos quartéis, provocadas pelos mesmos companheiros dos que estão hoje no poder, nos levaram a implantação de um regime militar que, tentando reerguer o país, gerou novas crises financeiras que tornaram grupos como o Lume, Desenvolvimento, Coroa-Brastel (deram abraço de afogados), Delfim, o Banco Andrade Arnauld, etc. em buracos falimentares sem fundo.

quinta-feira, 31 de outubro de 2013

Depois do leilão de Libra, como vai o Pré-sal?

          Parece que o Pré-sal é um bom negócio, mas fadado ao prejuízo, por paradoxal que seja!
          Demorei a digerir um pensamento que parecia a Teoria da Conspiração.    
          Por um lado, vejo o primeiro trecho de Libra, ou Libra toda, desconfio, ser negociado às vésperas do leilão, com um único consórcio participante, que foi formado na hora, na poltrona dos participantes, onde a Petrobrás (com acento, afinal, somos brasileiros e o acento é a nossa diferença) teve que aumentar seu cacife mínimo para 40% da participação, forçando a Shell Oil holandesa a aderir com 20%, sob a pressão de atuar no segmento de varejo de combustíveis, dependente da boa vontade dos governantes, a francesa Total, no bojo de uma tentativa de aproximação comercial entre França e Brasil e duas companhias chinesas, com 10% cada uma, as inexperientes CNNC e CNOC, que vão pagar para aprender a nova tecnologia que vai ser desenvolvida (é, não temos Know How suficiente ainda para chegar tão fundo).
          Por outro lado, vejo o Governo recebendo 41,65% (que precisão!) do lucro óleo, resultado do valor apurado entre os custos de perfuração e o número de barris necessários para pagá-los, dividindo-se na proporção acima a diferença apurada.  Vejo que a Petrobrás, submersa em dívidas em dólares (vale US$90 bi e deve US$172 bilhões e na prática, não nos pertence mais) e sem dinheiro para investir, terá que recorrer ao Governo para cacifar seus 40% obrigatórios de investimentos.  O BNDES sozinho e já no seu limite de investimentos, vai ajudar pouco.  E teremos que ir mais fundo que o buraco da dívida brasileira, que crescerá à medida que perfurarmos.  
          Se demorar a encontrar o ouro negro, teremos o mesmo destino das empresas X do Ike (é assim que ele gosta de ser chamado).   É claro que o governo vai botar a mão no nosso bolso para pagar esta conta, e no bolso da saúde, da educação, da infraestrutura, condenando os precários serviços públicos à simples inexistência.

domingo, 20 de outubro de 2013

O Pré-sal será um bom negócio?

          Tenho recebido muitos e-mails fora do fluxo natural do Blog, com comentários sobre os fatos de nossa vida cotidiana, bem como cópia de matérias jornalísticas escritas por outros observadores dos fatos.
          A maioria denuncia maracutaias de agentes do governo, envolvendo desvios de verbas, licitações superfaturadas, enriquecimento ilícito, etc.   A estes, sugiro encaminhar os e-mails diretamente ao Ministério Público Federal (MPF), à Procuradoria Geral da República (PGR), à Advocacia Geral da União (AGU), Polícia Federal (PF) e à Receita Federal do Brasil (RFB).
          Talvez adiante tão pouco como enviá-los para mim, mas pelo menos, estarão sendo enviados para os  locais certos.
          A questão que ultimamente tem deixado preocupados nossos leitores é o Leilão do mega campo petrolífero de Libra, a 170 km da costa brasileira (distância corrigida)